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Rollemberg dá às costas para Segurança Pública.




Só na última semana, e nem começamos o mês de agosto/2017, dois crimes bárbaros mancharam os dados que o governador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), do Distrito Federal, vem apresentando como pauta positiva de seu governo na área da segurança pública.

O primeiro crime foi do empresário, Clodoaldo Alencar, paraibano, de 47 anos de idade. Sem policiamento nas ruas, o empresário teve seu estabelecimento comercial, localizado na cidade de Sobradinho-DF, invadido por bandido, e ao tentar defender seu patrimônio foi vítima de vários disparos de arma de fogo, falecendo dias depois. Numa rápida ação da polícia investigativa – Polícia Civil – o autor foi devidamente identificado, trata-se de João Lucas Feitosa da Silva, de 20 anos de idade.

Outro caso foi o um latrocínio – quando o bandido matar a vítima para levar os seus pertences, qualquer que seja o objeto – da jornalista e servidora do Ministério da Cultura, Maria Vanessa Veiga Esteves, de 55 anos de idade. O crime ocorreu numa das áreas mais cobiçadas pra moradia – dado ao sossego – na quadra 408, da Asa Norte, Plano Piloto. Neste episódio, mesmo a vítima entregando a bolsa aos marginais, eles não mediram esforços e mataram a jornalista.

Dois crimes que retratam muito bem a situação da segurança pública do Distrito Federal, modelo que o governador Rodrigo Rollemberg e seu Partido PSB exportou do Estado do Pernambuco.

Um dos crimes ocorreu na cidade de Sobradinho, cerca de 30 km do Palácio do Buriti – Centro Administrativo do Governador. Já o assassinato da jornalista ocorreu no espaço mais nobre do Distrito Federal: Brasília, Capital da República.

Para o governador Rodrigo Rollemberg e o seu Partido PSB, que já pleiteiam a reeleição, fazer segurança pública é gastar dinheiro do contribuinte na televisão, maquiando dados da criminalidade, mostrando para a população que tudo está bem. Mas os dados do dia-a-dia desmente o governador e sua equipe.  

Segurança Pública, antes de tudo, se faz com valorização profissional. O patrão que não valoriza seus funcionários está fadado ao fracasso. E este é o resultado: pesquisas têm demonstrado que Rodrigo Rollemberg, dentre os pretensos candidatos ao Buriti é o mais rejeitado dentro do serviço público. E esta rejeição abrange também o setor privado. Dezenas de empresas fecham todos os dias, e todos os dias pessoas ficam desempregadas. Se for eleito por mais quatro anos é provável que o Distrito Federal entre em colapso. Governador! Viatura não patrulha sozinha!



Redação: Agepol - com dados da internet

Foto: Google – População de Pombal-PB, recebendo o corpo do Clodoaldo